Eu não pedi voto para o Eduardo Paes
Meu partido é o mesmo dele. Mas quem me conhece e andou comigo, conhece TODOS OS MOTIVOS para eu não ter APOIADO Eduardo Paes.

Saiu numa página de notícias da região que eu teria apoiado Eduardo Paes. Não apoiei. Em nenhum momento, em nenhum lugar, pedi voto para ele.
Tem uma parte dessa história que é verdade. É justamente ela que me dá razão.
Eu sou do PSD, e ele também
O Eduardo Paes é do PSD. Eu também. Está no registro da Justiça Eleitoral, qualquer pessoa confere em dois minutos.
A diferença está no que cada um recebeu do partido.
Concorri a deputado federal sem a estrutura do partido e sem um centavo dele. Minha campanha inteira custou R$ 25.100. Desse total, R$ 10.000 saíram do meu bolso. Os outros R$ 15.100 vieram de seis pessoas físicas, amigos meus.
Zero de Fundo Eleitoral. Zero de Fundo Partidário.
Está na prestação de contas que entreguei ao TSE. É pública e está no site deles.
Por que eu fiquei onde fiquei
Quem me conhece e andou comigo nesses meses sabe dos meus motivos.
Teve gente que estava ao lado do Douglas Ruas e foi para o outro lado. É um direito de cada um. Eu escolhi ficar.
Fiz campanha para o Douglas desde setembro, quando ele ainda estava atrás aqui em Três Rios. Pedi voto também para o Carlos Portinho, que terminou como o senador mais votado da cidade, com 18.974 votos.
Eu não troco de lado quando o vento muda.
Sobre o almoço
Eu estava naquele almoço porque o Douglas Ruas me convidou. Simples assim.
Fui por gratidão e por história. Quando eu atravessava um momento difícil, foi ele, junto com o senador Carlos Portinho, quem me ligou. Os dois me apoiaram.
Esse tipo de telefonema a gente não esquece.
Uma correção
A publicação me chama de Joacir Barbalho.
Meu nome é Joacir Barbaglio Pereira. Em Três Rios todo mundo me conhece como Joa.
Quem caminhou comigo sabe onde eu estive. Quem não caminhou, pergunta para quem caminhou.
Publicado por Joacir Barbaglio Pereira, o Joa, em Três Rios.